Por André Gomes, André Frutuôso e Carlos Eduardo Freitas
A idéia inicial era encontrar “O personagem” e a partir disso construir um documentário. Foram doze longos meses de intensa procura, até que o encontramos (é o senhor de de camisa verde que conversa com André Frutuôso, na foto). Mas…
Bom, é agora que a história começa a mudar e – a primeira vista -, mudar para o pior.
Os conselhos de moradores não recomendam a continuação das entrevistas e da captura das imagens, a faculdade (Unijorge) retirou de ação o jornal laboratório Fala Comunidade, que cobria e se pautava nesta área, e proibiu também os alunos de levarem equipamentos áudio-visuais para o local, na tentativa de resguardá-los (nós estamos inclusos nesta restrição!).
Não somos loucos em insistir e corrermos riscos. Desse modo, o nosso Trabalho de Conclusão de Curso, que deveria ser um documentário, ainda não se tem uma definição do que poderá vir a ser.
Uma opção seria transformá-lo em Livro-Reportagem… Nossos professores-orientadores estão estudando o caso.
Logo saberemos, mas enquanto isto, este espaço virtual vai servir para que todos possam conhecer por meios multimídia as diversas facetas dessa Estrada singular no cenário histórico-cultural-social de nossa Soterópolis.

Carlos e André’s:
Como é complicada essa verdadeira situação de guerra civil que vivemos atualmente em Salvador.
Eu espero, sinceramente, parafraseando Renato Russo, que “é só o vento lá fora”, mas também é difícil arriscar vidas, por mais nobre que o propósito seja.
De qualquer forma, não tenho dúvidas de que o trabalho de vocês será excelente, independentemente do suporte a ser utilizado.
Lembrando que por mais que o livro-reportagem tenha a vantagem de não precisar da utilizaçao dos pesados e caros equipamentos técnicos, a pesquisa também faz-se fundamental e as visitas na Estrada Velha para entrevistas seriam igualmente indispensáveis.
Contem comigo para o que for preciso!
Um grande abraço!
http://www.murilogitel.blogspot.com
[...] O PROJETO [...]
NA EVA vc AINDA ENCONTRA LUGARES PARADISIACOS NA sua LINHA DE CUMEADA. Com a chegada de Jaguaripe ao local começaram a surgir os problemas colocando a área como perigosa devido ao índice de violencia que dalí decorre.Como em todo lugar, alí existe muita gente honesta , contudo, os que conseguem desestabilizar aquelas redondezas é um pequeno grupo, que tenho a certeza , se houvessem tido no mínimo,educação moral e religiosa no seio da família, não estaríamos recebendo esse presente.
Cordiais saudações
Muito obrigado, amigo, pelas palavras. Mas, acreditamos que a EVA, assim como coração de mãe, é muito acolhedora. Na verdade o que falta lá, para resolver os problemas de segurança pública, educação, infra-estrutura, saúde e lazer é a intervenção mais ativa do Poder Público. Pois ações sociais a EVA tem aos tantos, gente boa que se dedica a isto, inclusive em Jaguaripe I e II, tem aos montes…
Mais uma vez, muito obrigado pelo comentário e fique à vontade para criticar e dar sua opinião. Este espaço é democrático.